25 março 2016

[ Divulgação ] Editora Lendari Quer Lançar Três Títulos na Bienal de São Paulo Com Ajuda de Internautas



      Olá Pessoal!
      Tudo bem?
      Espero que esteja tudo bem.
      O selo Lendari, único representante editorial confirmado do Amazonas até agora na 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, quer lançar, durante o evento, três títulos inéditos de autores da região.

       Venha conferir: 



      Para isso, a editora criou, nesta terça-feira, primeiro de março, uma campanha de financiamento coletivo (crowdfunding) na Internet para arrecadar, com ajuda dos internautas, os recursos necessários para a impressão das obras.
      Desta vez, contudo, o selo editorial conta com o apoio dos internautas para obter os recursos necessários para garantir a impressão dos três livros. Toda a parte pré-editorial, como design de capas, editoração e revisão estão assegurados. “Os livros estão prontos, restando apenas garantir a tiragem impressa para lançamento na Bienal e para as recompensas dos colaboradores”, explica Mário Bentes, criador do selo e um dos autores envolvidos.

Recursos

     Uma pequena parte dos recursos será utilizada para pagamento das taxas da plataforma Kickante, em que a campanha está sendo realizada, e despesas operacionais referentes às recompensas, como envio dos livros pelos Correios. Já a maior parte da verba levantada será utilizada para arcar com a tiragem que pode variar entre 200 e 300 exemplares de cada livro.
    

Títulos inéditos

    Os livros inéditos e alvos da campanha são: A Rainha de Maio, de Jan Santos; Quase o fim, de Leila Plácido; e o primeiro livro da série Minhas conversas com o diabo, assinado pelo próprio Mário Bentes. Dos três autores, apenas Leila Plácido faz sua estreia na literatura. Jan Santos já lançou a obra independente Evangeline: relatos de um mundo sem luz (2014), enquanto Bentes é autor de A terra por onde caminho (2012) e coautor de sete antologias literárias.

Financiamento Coletivo

      O crowdfunding é uma modalidade surgida nos Estados Unidos em que projetos recebem recursos de Internautas, durante um período limitado de tempo, em troca de recompensas específicas, geralmente proporcionais aos valores repassados pelos colaboradores. Nas modalidades “tudo ou nada”, as mais comuns, os projetos precisam reunir os valores necessários para atingir a meta global dentro do prazo máximo estabelecido. Do contrário, as colaborações são devolvidas.
     Enquanto em países do exterior o crowdfunding é comumente utilizado para por em prática projetos de cunho tecnológico, como o lançamento de dispositivos eletrônicos e gadgets, no Brasil, esse tipo de financiamento tem sido largamente utilizado por artistas independentes para realizar projetos culturais. 

“O financiamento coletivo é importante porque engaja fãs e admiradores do trabalho que é alvo da campanha e o artista une forças com o próprio público para realizá-lo”, diz Bentes.


 


     

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