04 maio 2016

[ Divulgação ] Promoção do Dia das Mães - Editora Companhia das Letras



      Olá Pessoal!
      Tudo bem?
      Espero que esteja tudo bem.
      Hoje vou deixar algumas dicas da Editora Companhia das Letras para presentear as mães no dia 8 de Maio.
      Venha conferir: 




    Dia 8 de maio é Dia das Mães, e nada melhor para presenteá-la do que um bom livro!
Acreditamos que a leitura une, reforça laços e leva novas histórias às pessoas amadas. Veja abaixo os livros que estão em promoção para o Dia das Mães. 


    Confira a sinopse de alguns livros:


AMOR DE NOVO (COLEÇÃO PRÊMIO NOBEL)
Podem o amor e o desejo sobreviver ao tempo? Neste romance repleto de alusões filosóficas e literárias, Doris Lessing investiga as raízes profundas dessas emoções na psicanálise, partindo do princípio de que os desejos e anseios de uma pessoa apaixonada têm suas raízes nas necessidades de amor da primeira infância. Sarah Durham tem 65 anos e há mais de vinte suspendeu voluntária e serenamente sua vida amorosa. Após a morte do marido, o acaso e a paixão pela arte dramática acabam conduzindo-a ao posto de diretora-gerente de um respeitado teatro do circuito de vanguarda de Londres que ela e seus amigos fundaram na década de 1970. No decorrer dos ensaios e da temporada de uma peça sobre a vida de uma jovem pintora e musicista, todo o elenco se vê influenciado pelo enredo, e Sarah encontra o amor, de novo, primeiro em Bill, um belo e jovem ator andrógino, em seguida no diretor do espetáculo, Henry, ambos muito mais jovens que ela.



CADÊ VOCÊ BERNADETTE?
Bernadette Fox é notável. Aos olhos de seu marido, guru tecnológico da Microsoft e rock star do mundo nerd, ela se torna mais maníaca a cada dia; para as demais mães da Galer Street, escola liberal frequentada pela elite de Seattle, ela só causa desgosto; os especialistas em design ainda a consideram uma gênia da arquitetura sustentável, e Bee, sua filha de quinze anos, acha que tem a melhor mãe do mundo.  Até que Bernadette desaparece do mapa. Tudo começa quando Bee mostra seu boletim (impecável) e reivindica a prometida recompensa: uma viagem de família à Antártida. Mas Bernadette tem tal ojeriza a Seattle - e às pessoas em geral - que evita ao máximo sair de casa, e contratou uma assistente virtual na Índia para realizar suas tarefas mais básicas. Uma viagem ao extremo sul do planeta é uma perspectiva um tanto problemática.  Para encontrar sua mãe, Bee compila e-mails, documentos oficiais e correspondências secretas, buscando entender quem é essa mulher que ela acreditava conhecer tão bem e o motivo de seu desaparecimento. Maria Semple revela, em seu segundo romance, a influência de grandes escritores contemporâneos como Jonathan Franzen e Jeffrey Eugenides, ao mesmo tempo que se afirma como uma voz original, marcada pelo melhor humor das séries de TV norte-americanas. Sem sentimentalismos, mas com muita empatia, Cadê você, Bernadette? trata do amor incondicional de uma filha por sua mãe imperfeita.

 AS HORAS NUAS - Romance
Rosa Ambrósio, uma atriz de teatro decadente, passa em revista, entre generosas doses de uísque, os amores de sua vida. O primo Miguel, sua paixão adolescente, morreu de overdose por volta dos vinte anos. Gregório, seu marido, virou um homem taciturno depois que foi torturado pela ditadura militar. Diogo, seu amante e último companheiro, trocou-a por moças mais jovens. Alternando vozes e pontos de vista, passando do fluxo interno de consciência à narrativa em terceira pessoa, Lygia Fagundes Telles atesta aqui sua maestria literária e sua maturidade artística, pondo em cena grandes temas de nosso tempo - o movimento feminista, a cultura de massa, a aids, as drogas -, mediados pelos destinos individuais de um punhado de criaturas. Publicado originalmente em 1989, As horas nuas tem sido aclamado desde então como um dos romances mais vigorosos e sutis da autora.


A MULHER TRÊMULA - Ou Uma história dos meus nervos
Siri Hustvedt proferia um discurso homenageando o pai, um professor universitário morto dois anos antes, quando se viu tomada por uma série assustadora de tremores abaixo do pescoço. Braços e mãos se movimentavam convulsivamente, a despeito de sua voz, que continuava sendo emitida com clareza e segurança. Esse foi apenas um primeiro episódio - a ele se seguiriam outros, sempre suscitando o mesmo elenco de questões e mobilizando todas as armas intelectuais da escritora.
Em A mulher trêmula, Hustvedt empreende uma busca pelas explicações - físicas, emocionais, filosóficas, clínicas - para sua situação. Desbravando com segurança um terreno marcado pela neurologia, psiquiatria, psicanálise e até mesmo pela criação artística, e o tempo todo amparada por autores como Dostoiévski, Freud, António Damásio e Oliver Sacks, a autora desnuda a própria narrativa dessa investigação ao mostrar que continua tendo mais perguntas do que propriamente respostas.
Temas como os limites entre o físico e o mental, a atual supremacia dos fármacos sobre as teorias de Freud e a necessidade de narrar o sofrimento para melhor apreendê-lo são debatidos neste livro que revela uma autora no auge de sua argúcia e curiosidade intelectual.

RAZÃO E SENSIBILIDADE
Originalmente publicado em 1811 sob o singelo pseudônimo “A Lady”, Razão e sensibilidade começou a ser escrito na década de 1790, quando Jane Austen (1775-1817) mal havia completado vinte anos. O livro é o primeiro da série de quatro romances que Austen publicou como edição do autor em seus últimos anos de vida. Todos se tornaram clássicos da literatura inglesa do século XIX.
Embora sua trama se desenvolva durante uma época de guerra e revolução no continente europeu, o romance concentra sua narrativa nas idílicas tramas de amor e desilusão em que duas belas irmãs inglesas se envolvem - Elinor e Marianne Dashwood - quando chega a idade do casamento. À procura do amor verdadeiro, as filhas órfãs de uma família pertencente à pequena nobreza enfrentam o mundo repleto de interesses e intrigas da alta aristocracia. Marianne e Elinor representam polos opostos do universo ético de Austen: Marianne é romântica, musical e dada a rompantes de espontaneidade, ao passo que Elinor é a encarnação da prudência e do decoro.
Ambientado nos cenários campestres do sudoeste da Inglaterra e nas casas senhoriais de Londres, o livro já foi adaptado inúmeras vezes para o teatro e o cinema. Esta reedição, com tradução de Alexandre Barbosa de Souza, conta com textos introdutórios dos professores e críticos britânicos Tony Tanner e Ros Ballaster, especialistas em ficção inglesa dos séculos XVIII e XIX, além de notas explicativas sobre o texto, a autora e sua época.



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 renata massa